Inspirou de forma profunda e relaxante uma vez, depois outra. Pouco a pouco, tomou consciência de um murmúrio distante e familiar, ecoando suavemente de um cume da montanha para outro. Ouviu com atenção.
– Acredita… acredita… acredita… _ dizia o murmúrio. (…)
Primeiro, a princesa ficou perplexa. Passou algum tempo. Depois, como um raio, compreendeu. A música vinha do seu íntimo!
Com um sorriso nos lábios, energia no andar e uma canção no coração, começou a descer para um esplendoroso pôr do Sol de mil cores.
Marcia Grad, in A princesa que acreditava em contos de fadas (p. 213)
– Acredita… acredita… acredita… _ dizia o murmúrio. (…)
Primeiro, a princesa ficou perplexa. Passou algum tempo. Depois, como um raio, compreendeu. A música vinha do seu íntimo!
Com um sorriso nos lábios, energia no andar e uma canção no coração, começou a descer para um esplendoroso pôr do Sol de mil cores.
Marcia Grad, in A princesa que acreditava em contos de fadas (p. 213)